O termo “beauty burnout” descreve o desgaste causado pela pressão estética nas redes sociais, levando a uma mudança na relação com a aparência, segundo a CEO da GoldIncision, Nívea Bordin Chacur.
A rotina de beleza se tornou extensa e paradoxal: quanto mais se busca uma aparência natural, mais elaborado é o processo. Procedimentos estéticos e filtros hiper-realistas aumentam a sensação de obrigação constante em cuidar da imagem.
O “beauty burnout” é o nome dado ao cansaço provocado pela pressão estética e pela ideia de que sempre há algo a ser ajustado no rosto ou corpo. Muitas pacientes chegam ao consultório cansadas dessa busca contínua por perfeição, segundo Nívea Bordin Chacur, CEO da GoldIncision.
Essa fadiga estética tem impulsionado uma mudança de comportamento: cresce a procura por cuidados preventivos que priorizam qualidade da pele, manutenção saudável e preservação da identidade, em vez de transformações visíveis ou exageradas.
Para a especialista, o fenômeno não representa afastamento da vaidade, mas reorganização das expectativas. “O novo luxo da estética é parecer saudável sem parecer artificial”, afirmou.


