Um casal com US$ 850 mil em ativos de aposentadoria e uma casa de veraneio quitada na Flórida enfrenta custos anuais de US$ 18 mil, que consomem 53% da renda segura estimada em US$ 34 mil por ano antes dos impostos.
A casa de veraneio, adquirida há dez anos por US$ 400 mil, gera despesas anuais com impostos, condomínio, seguro, utilidades e manutenção que somam US$ 18 mil. Apesar de quitada, esses custos comprometem mais da metade da retirada segura de 4% do casal, calculada em US$ 34 mil anuais.
Com a inflação de serviços em torno de 3% ao ano, os custos podem subir para US$ 24 mil em uma década. Vender o imóvel por US$ 400 mil, descontados US$ 20 mil em custos de transação, e investir os US$ 380 mil líquidos a 6% ao ano geraria US$ 22,8 mil anuais, superando o gasto atual e eliminando o custo fixo.
Essa mudança representaria uma diferença financeira anual de aproximadamente US$ 40,8 mil, melhorando significativamente a segurança financeira na aposentadoria. No entanto, a venda implica pagamento de imposto sobre ganhos de capital, pois a exclusão para residência principal não se aplica a casas de veraneio.
Alternativas incluem alugar o imóvel para cobrir custos, o que transforma a casa em um negócio com obrigações fiscais e operacionais, ou manter a propriedade se o uso anual superar 12 semanas, justificando o custo pela qualidade de vida.


