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Cultura

Centro Cultural Pretos Novos amplia memória e arte negra no Rio com exposição de Geleia da Rocinha

Eduardo Mendonça
Última atualização: 14 de maio de 2026 07:50
Eduardo Mendonça
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Tempo: 2 min.
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O Centro Cultural Pretos Novos será inaugurado nesta quarta-feira (13), às 17h, na Gamboa, Rio de Janeiro, com exposição do artista plástico Geleia da Rocinha. O espaço dedicado à memória e à arte negra amplia as atividades do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN), que completa 21 anos.

O novo centro cultural funcionará em um sobrado de dois andares na rua do Livramento, 119. No térreo, uma galeria de arte de 160 m² receberá prioritariamente trabalhos de artistas negros e periféricos, além de espaço para saraus e clube de leitura. No andar superior, com 200 m², estarão salas de aula para cursos sobre história e cultura negra, auditório, estúdio de podcast e espaço para palestras.

O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN), fundado em 2005, mantém no endereço antigo a curadoria da arqueologia, laboratórios, reserva técnica e biblioteca. O novo espaço amplia o alcance das atividades, permitindo receber um público maior e diversificado.

O artista plástico Geleia da Rocinha, nome artístico de José Jaime Costa, nascido e criado na Rocinha, é autodidata e reconhecido internacionalmente. Sua exposição “Memória à Flor da Tela” apresenta releituras em acrílica sobre MDF de oito retratos de africanos escravizados feitos em 1869 pelo fotógrafo alemão Alberto Henschel. As figuras são retratadas como divindades, adornadas com símbolos ligados aos orixás do Candomblé.

O curador Marco Antonio Teobaldo explica: “Ele (Geleia) faz essa releitura e coloca esses escravizados anônimos numa situação sagrada. Ele forma, digamos assim, esse panteão com esses personagens que cria e traz uma certa dignidade a essas pessoas que se foram no anonimato”. A exposição ficará aberta gratuitamente das 10h às 18h pelos próximos três meses.

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