Uma cerimônia realizada na Igreja de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, no Rio de Janeiro, restituiu porta-paz e atril recuperados, reunindo autoridades do IPHAN, pesquisadores e fiéis para celebrar a memória cultural e a importância da divulgação pública dessas ações.
A cerimônia contou com a presença da superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) no Rio de Janeiro, Patricia Wanzeller, e do provedor da irmandade, Claudio André de Castro. O evento destacou que a restituição de bens culturais deve ser pública para fortalecer a consciência patrimonial e mobilizar a sociedade contra o tráfico ilícito e o esquecimento.
Foi sugerida a criação de uma vitrine digital nacional para reunir objetos recuperados, peças desaparecidas e investigações em andamento, ampliando a participação social na proteção do patrimônio. O Banco de Bens Culturais Procurados do IPHAN, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal têm papel fundamental nesse processo, assim como as instituições religiosas e museus que aprimoram seus controles.
Novas restituições para igrejas históricas do Rio de Janeiro são esperadas nos próximos dias, reforçando a importância de tornar essas ações rotina e ampliar a divulgação pública para inspirar novas recuperações.


