A cesta de produtos consumidos durante a Copa do Mundo de 2026 ficou 32,5% mais cara que na edição de 2022, segundo levantamento da Rico divulgado nesta segunda-feira (25). O aumento supera o IPCA acumulado de 21,0% nos últimos quatro anos.
O item que mais subiu foi o chocolate em barra e bombom, com alta de 66,6%, impulsionada pela crise global do cacau, que fez o preço da commodity chegar a quase US$ 10 mil em 2024. O sorvete teve aumento de quase 45% no período.
Bebidas alcoólicas, sucos, refrigerantes e água também ficaram mais caros devido à alta dos insumos, como açúcar e embalagens, e a barreiras climáticas que afetaram cadeias agrícolas. A cerveja subiu 27,5% desde a última Copa do Mundo.
Por outro lado, as carnes tiveram a menor alta, de 12,9%. Maria Giulia Figueiredo, analista da Rico, afirmou que o torcedor percebe uma alta relevante nos preços dos produtos ligados ao consumo coletivo e lazer durante a Copa.


