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Leitura: Corrupção corporativa é comum, mas não inevitável
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Economia

Corrupção corporativa é comum, mas não inevitável

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de maio de 2026 17:40
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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O autor Eric Ries, em trecho do livro ‘Incorruptible’ publicado nesta quarta-feira (27), argumenta que a corrupção corporativa é generalizada, mas que consumidores, funcionários e investidores podem romper o ciclo com escolhas conscientes.

Ries compara a corrupção corporativa à gravidade: um fenômeno onipresente, mas não inevitável. Ele aponta que executivos culpam investidores e vice-versa, criando um ciclo vicioso em que ninguém assume responsabilidade. O autor cita empresas como Vanguard, Patagonia e Costco como exceções que mantêm o propósito mesmo com grande escala.

Para Ries, cada escolha individual — desde um clique até um investimento — envia um sinal que fortalece ou enfraquece o sistema. Ele critica a noção de que a mudança exige ação coletiva coordenada, afirmando que decisões individuais, quando repetidas por muitos, geram força suficiente para alterar padrões.

O trecho conclui com um apelo à ação: ‘Se você ainda não está viciado em produtos e plataformas que extraem valor em vez de criá-lo, não comece. E se tiver forças, afaste-se.’

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