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Leitura: Defesa de Ciro Nogueira encerra trabalho em investigação por propina do Banco Master
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Justiça

Defesa de Ciro Nogueira encerra trabalho em investigação por propina do Banco Master

Amanda Rocha
Última atualização: 13 de maio de 2026 13:20
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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O escritório Almeida Castro, Castro e Turbay comunicou nesta segunda-feira (11) que não continuará defendendo o senador Ciro Nogueira (PP-PI) na investigação da Operação Compliance Zero, que apura suposta propina do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Ciro Nogueira foi o principal alvo da Polícia Federal na quinta fase da Operação Compliance Zero, que investiga crimes e influência política ligados a Daniel Vorcaro. O senador foi alvo de busca e apreensão na quinta-feira (7). A defesa do parlamentar era conduzida pelo criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, que atuou em casos de grande repercussão nacional.

O escritório Almeida Castro, Castro e Turbay informou que, em comum acordo com o senador, não seguirá atuando na defesa dele neste caso. Na nota, assinada por Kakay e outros advogados do escritório, não foram detalhados os motivos da saída.

A investigação da Polícia Federal aponta que Ciro Nogueira recebia uma mesada de R$ 300 mil do banqueiro Daniel Vorcaro, valor que teria aumentado para R$ 500 mil, segundo relatos. Além disso, Vorcaro teria disponibilizado ao senador um imóvel de alto padrão sem custo e custeado hospedagens, deslocamentos e despesas em viagens internacionais de luxo, incluindo estadias em hotéis como o Park Hyatt New York e restaurantes de alto padrão.

O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça autorizou as diligências com base nas provas reunidas pela Polícia Federal. A defesa de Ciro Nogueira repudiou qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar, no dia da operação.

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