Milhões de brasileiros vivem sem acesso adequado a saneamento básico, o que causa doenças, degradação ambiental e desigualdade, segundo especialista em engenharia.
O déficit de saneamento básico no Brasil gera internações hospitalares evitáveis e compromete a qualidade da água, favorecendo doenças como leptospirose e hepatite A. Estudos indicam que ampliar a cobertura reduz mortalidade infantil e melhora indicadores sociais.
O descarte de esgoto sem tratamento degrada rios urbanos e contamina aquíferos, agravando o problema do abastecimento de água. O especialista Diego Borges defende planejamento integrado entre esgotamento sanitário e abastecimento.
O Marco Legal do Saneamento impõe metas para universalizar os serviços, atraindo investimentos privados e pressionando companhias públicas. Os maiores desafios estão em municípios pequenos e periferias, onde o custo é maior e a capacidade de pagamento, menor.


