O deputado Leo Prates (Republicanos-BA) cobrou nesta segunda-feira (25) maior atuação do Estado em relações de trabalho assimétricas, citando a jornada 6×1 e a predominância de mulheres que recebem salário mínimo.
Durante a leitura de seu relatório na comissão especial que analisa o fim da jornada 6×1, o deputado afirmou que o Estado deve atuar mais quando a relação de trabalho é desigual e menos quando se torna mais equilibrada.
Ele destacou que muitos trabalhadores na escala 6×1 recebem salário mínimo e que a maioria é composta por mulheres, o que reforça a assimetria na relação.
Prates também defendeu a contratação de mais auditores do trabalho pelo governo para garantir fiscalização adequada.


