O deputado federal negou ao Supremo Tribunal Federal que as emendas parlamentares repassadas a ONG ligada à produtora do filme sobre Bolsonaro tenham financiado a produção. A defesa pediu o arquivamento da investigação aberta por determinação do ministro Flávio Dino.
A apuração preliminar investiga o envio de R$ 2,6 milhões em emendas por três deputados bolsonaristas a uma ONG presidida por sócia da produtora do filme “Dark Horse”, que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo a defesa do deputado, os recursos foram aplicados em iniciativas de inclusão digital, letramento, empreendedorismo e esportes para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. A Consultoria de Orçamento da Câmara atestou a regularidade da indicação dos recursos.
Os advogados afirmam que não há provas de que os valores tenham sido desviados para a produção cinematográfica e classificam a acusação como especulativa e sem base jurídica.


