Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Disputa sobre venda fracionada de gás de cozinha esquenta antes de debate na ANP
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Disputa sobre venda fracionada de gás de cozinha esquenta antes de debate na ANP

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de maio de 2026 19:45
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O debate sobre a venda fracionada de gás de cozinha (GLP) no Brasil ganhou novo impulso antes de reunião da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), marcada para sexta-feira (29). A resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de abril manteve as regras atuais, mas revendedores e distribuidoras seguem em lados opostos.

Para o presidente da Associação Brasileira de Entidades de Classe das Revendas de Gás LP (Abragás), José Luiz Rocha, o discurso de proteção ao consumidor é usado para preservar um mercado concentrado. “O medo virou ferramenta para proteger o oligopólio do gás de cozinha”, afirmou em nota. Segundo ele, poucas empresas dominam mais de 90% do setor.

A cofundadora da PayGas, Natalia Guida Giampietri, defende a mudança. A empresa opera fracionamento na África do Sul há sete anos, com mais de 600 mil clientes. Segundo ela, mais de 60% dos consumidores optam pelo enchimento parcial por não terem recursos para a carga completa. A proposta reduziria o preço do botijão cheio em até R$ 20, ao eliminar custos como logística reversa e destroca de vasilhames.

Atualmente, o botijão de 13 kg custa R$ 113,69. Desse total, 49,8% (R$ 56,67) correspondem a distribuição e revenda. O ICMS representa R$ 19,11 (16,8%), e a parcela da Petrobras, R$ 37,91 (33,3%). Rocha criticou o uso de exemplos de países com fragilidades regulatórias, como Paraguai e México, em vez de experiências de mercados maduros na Europa, América do Norte ou Ásia.

- Publicidade -
Ad imageAd image
TAGGED:abragasANPCNPEGás de Cozinhaglppreço-do-gásRegulaçãovenda-fracionada
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Furto de cabos obriga Uerj a mudar local de prova
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?