Empresas resgatadas durante a pandemia tiveram acesso antecipado a informações sobre aprovações da SEPI, indicativo de tráfico de influências no caso Plus Ultra, afirmou o juiz José Luis Calama.
O juiz José Luis Calama, responsável pelo caso Plus Ultra, afirmou que o acesso antecipado a informações privilegiadas sobre a concessão de ajuda pela SEPI indicava tráfico de influências no resgate da companhia aérea.
Segundo o magistrado, essa prática era comum, pois a natureza do procedimento, semelhante a uma negociação, permitia que as empresas beneficiadas durante a pandemia pelo Fundo de Apoio à Solvência de Empresas Estratégicas (FASEE) acompanhassem o andamento dos processos e o cumprimento dos requisitos para os resgates.

