A interação com chatbots de inteligência artificial tornou-se mais restritiva, com limites de uso que refletem o alto custo computacional. Segundo o especialista Adriano Ponte, o mercado amadureceu e a fase de acesso gratuito ilimitado ficou para trás.
De acordo com Ponte, cerca de dois anos após a popularização do ChatGPT, o mercado passou a contar com concorrentes como Gemini e Claude, eliminando o incentivo ao acesso irrestrito gratuito. ‘A era da inteligência artificial barata acabou’, afirmou.
O custo computacional elevado justifica as restrições. Recursos de IA agêntica, que permitem tarefas autônomas, consomem mais capacidade dos servidores. Planos variam de R$ 20 (básico) a R$ 100 (avançado) por mês, e automações em larga escala podem custar até R$ 1.000 mensais.
Ponte orientou os usuários a testarem planos gratuitos antes de assinar: ‘Teste, aproveite planos gratuitos. Cartão virtual, teste sete dias, veja se prestou’. Muitos podem ser bem atendidos por versões mais simples.


