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Ciência e Saúde

Estudo brasileiro explica falhas da proteína p53 na prevenção do câncer

Carla Fernandes
Última atualização: 23 de maio de 2026 12:34
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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Pesquisadores do Instituto Nacional de Biologia Estrutural e Bioimagem e da Unicamp identificaram que a proteína p53, fundamental na prevenção do câncer, possui uma estrutura frágil que a torna vulnerável a mutações e falhas.

A proteína p53, conhecida como “a guardiã do genoma”, impede que células com DNA danificado se multipliquem e formem tumores. Mais da metade dos cânceres humanos apresentam alterações nessa proteína, o que motivou o estudo brasileiro publicado na revista Communications Chemistry.

O trabalho revelou que a p53 tem duas fraquezas estruturais principais: a frustração energética, que impede a formação de uma estrutura estável, e comportas hidrofóbicas deficientes, que permitem a entrada de água e desestabilizam a proteína. Essa fragilidade é consequência da flexibilidade necessária para que a p53 interaja com múltiplos parceiros moleculares e atue como reguladora do genoma.

Quando a p53 se deforma, pode sequestrar outras proteínas saudáveis e acelerar o crescimento do câncer. A pesquisa sugere que pequenas moléculas podem atuar como cola molecular para estabilizar a proteína, evitando seu colapso e mantendo sua função protetora. Essa abordagem pode também contribuir para o entendimento de outras doenças relacionadas ao colapso proteico, como Alzheimer e Parkinson.

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O estudo integra o INCT-Inbeb, financiado pelo CNPq e pela Faperj, e representa um avanço na compreensão dos mecanismos moleculares do câncer, com potencial para orientar novas terapias.

TAGGED:biologia-estruturalCâncerdoencas-neurodegenerativasPesquisa científicaproteina-p53terapias-molecularesUnicampUniversidade Federal do Rio de Janeiro
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