O mercado funerário premium no Brasil cresce com serviços personalizados, atendimento humanizado e foco em sustentabilidade, segundo Vinícius Chaves de Mello, CEO do Grupo Riopae. O setor movimenta cerca de R$ 13 bilhões por ano.
O mercado de death care brasileiro movimenta cerca de R$ 13 bilhões por ano, segundo levantamento da Zurik Advisors. Nos Estados Unidos, o segmento deve alcançar faturamento de aproximadamente US$ 42 bilhões até 2027, conforme projeção da Global Absolute Markets Insights.
Vinícius Chaves de Mello, CEO do Grupo Riopae, afirma que o funeral premium se destaca por incorporar serviços exclusivos, personalização e suporte ampliado às famílias durante o processo de despedida. O aumento da renda e as mudanças na percepção social do luto impulsionam a expansão desse nicho no Brasil.
Famílias de alta renda buscam cerimônias que reflitam a trajetória e os desejos do ente querido, valorizando estruturas sofisticadas, tecnologia integrada e atendimento humanizado. O Crematório Metropolitano São João Batista, do Grupo Riopae, investe em personalização e acolhimento para transformar o rito do luto em uma homenagem marcada pelo afeto e respeito.
Mello destaca que a cremação ainda enfrenta resistência e desinformação, mas pode ser mais acessível e sensível que o sepultamento. Para os próximos anos, o setor deve ampliar serviços focados em conforto, personalização, acolhimento e compromisso ambiental.


