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Leitura: Goiás investe R$ 5,1 milhões em bicicletas elétricas para ampliar atendimento dos agentes de saúde
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Goiás investe R$ 5,1 milhões em bicicletas elétricas para ampliar atendimento dos agentes de saúde

Jackelline Barbosa
Última atualização: 13 de maio de 2026 10:50
Jackelline Barbosa
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Tempo: 2 min.
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O Governo de Goiás abriu licitação para adquirir bicicletas elétricas destinadas a agentes comunitários de saúde em todo o estado, com investimento estimado em R$ 5,1 milhões. A iniciativa pretende facilitar o deslocamento dos profissionais e ampliar a cobertura em 246 municípios.

O edital da licitação foi publicado em 27 de abril, com pregão eletrônico marcado para 12 de maio, às 9h. A compra será feita por meio de registro de preços, o que permite ao governo adquirir as bicicletas de forma gradual ao longo de até 12 meses, conforme a demanda dos municípios. As entregas devem começar ainda em 2026, após a conclusão das etapas administrativas e logísticas.

As bicicletas elétricas terão motor elétrico e bateria com autonomia mínima de 25 quilômetros por carga. Entre os itens de segurança exigidos estão farol de LED, alarme, retrovisores e sistema que interrompe o motor ao acionar os freios. O objetivo é reduzir o esforço físico dos agentes comunitários de saúde e tornar o atendimento mais ágil, especialmente em áreas de difícil acesso.

“A gente quer ampliar essa capacidade deles operacionalizarem, reduzir o tempo de deslocamento. Assim, consegue aumentar a cobertura, a regularidade das visitas e acompanhar mais de perto quem precisa, como idosos, gestantes e pessoas com dificuldade de locomoção”, disse a subsecretária de Políticas de Atenção Integral à Saúde, Amanda Limongi. A iniciativa integra o programa Goiás do Crescimento e está alinhada à inclusão das bicicletas elétricas na Relação Nacional de Equipamentos e Materiais Permanentes do SUS.

Segundo a subsecretária, a medida soma-se a ações já em andamento para ampliar o acesso aos serviços e melhorar as condições de trabalho dos profissionais. Ela destacou que, antes da adoção das bicicletas, muitos agentes dependiam de meios próprios ou veículos compartilhados, o que dificultava a organização das visitas domiciliares.

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