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Gravidez na adolescência no Rio cai 62,6% e nascimentos totais recuam 32% em uma década

Isabela Moraes
Última atualização: 13 de maio de 2026 17:50
Isabela Moraes
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Tempo: 2 min.
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O número de nascimentos no Rio de Janeiro caiu de quase 53 mil em 2015 para 36 mil em 2025, uma redução de 32%. A gravidez na adolescência, entre 10 e 19 anos, teve queda de 62,6% no mesmo período, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde.

O recuo no número total de nascimentos na cidade reflete uma mudança no perfil das mães cariocas. Em 2015, mais de 12 mil adolescentes estavam grávidas; em 2025, esse número caiu para 4.664. A superintendente de Atenção Primária em Saúde, Larissa Terrezo, atribui a redução à oferta de métodos contraceptivos seguros e à disseminação de informações em escolas e postos de saúde.

Além disso, a participação de mães mais velhas aumentou. Mulheres com 35 anos ou mais passaram de 10% para 12,6% do total de partos, enquanto mães entre 25 e 29 anos tiveram crescimento proporcional de 21,8% para 28,1%. Essa mudança indica uma priorização do planejamento familiar e da estabilidade financeira.

O levantamento também revela uma divisão geográfica: as maiores médias de idade das mães concentram-se na Zona Sul e Grande Tijuca, enquanto as taxas mais altas de gravidez precoce permanecem em bairros da Zona Norte e Oeste com menores indicadores socioeconômicos, como Madureira e Pavuna. Larissa destaca que é necessário oferecer oportunidades educacionais para que a maternidade seja uma escolha planejada.

O foco das políticas públicas municipais está em garantir caminhos para que a maternidade ocorra com segurança e tranquilidade, independentemente da região da gestante.

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