O irmão do presidente do governo senta-se no banco dos réus nesta quinta-feira (28) no início do julgamento por supostas irregularidades em sua contratação na Diputación de Badajoz, em 2017.
A defesa do réu argumentou no início da audiência que o processo tem a “raiz podre” e classificou a investigação como “prospectiva”.
Segundo a defesa, a denúncia inicial apresentada pela organização Manos Limpias baseava-se em recortes de imprensa e informações que as próprias investigações comprovaram serem falsas.

