O irmão do presidente do governo espanhol senta-se nesta quinta-feira (28) no banco dos réus no início do julgamento por supostas irregularidades na contratação em 2017 na Diputação de Badajoz. Ele e um ex-dirigente socialista enfrentam pedido de três anos de prisão por tráfico de influências, prevaricação administrativa e nomeação ilegal, segundo acusações populares.
O julgamento ocorre na Audiencia de Badajoz, na Espanha, onde o irmão do presidente do governo e o ex-dirigente socialista de Extremadura respondem a acusações de dois delitos continuados relacionados à contratação pública em 2017.
As acusações populares, lideradas pelo sindicato Manos Limpias e incluindo os partidos PP, Vox e organizações do âmbito ultra, pedem três anos de prisão para ambos. Eles são acusados de tráfico de influências, prevaricação administrativa e nomeação ilegal.
O Ministério Público e as defesas solicitam a absolvição dos réus. Durante a chegada ao tribunal, os acusados entraram pela porta dos fundos, conforme informado.


