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Leitura: JiveMauá adota estratégia conservadora para fundos de previdência
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Economia

JiveMauá adota estratégia conservadora para fundos de previdência

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de maio de 2026 15:44
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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Com R$ 1,7 trilhão em ativos, o mercado de previdência brasileiro busca inovação. A gestora JiveMauá aposta em créditos estruturados e debêntures de infraestrutura, com estratégia de precificar ativos assumindo o pior cenário e repassando ganhos adicionais ao cotista, segundo o sócio Samer Serhan.

Em evento promovido por uma corretora, Serhan explicou que a filosofia é montar operações como se a empresa tomadora do crédito fosse inevitavelmente dar errado. “A gente precifica os ativos assumindo que a empresa vai entrar em recuperação judicial, que vai pedir renegociação. E monta a estrutura de crédito de tal forma que, se isso acontecer, tenhamos a melhor recuperabilidade possível”, afirmou.

A estratégia também prevê que, se a empresa superar as projeções, o ganho extra seja integralmente repassado ao cotista. “Além do retorno tradicional — CDI mais 2%, 3%, 4% ao ano — existem prêmios adicionais que fazem a operação render CDI mais 3 ou mais 4”, detalhou Serhan.

No Brasil, os fundos de previdência ainda têm acesso restrito a ativos alternativos, diferentemente de mercados maduros, onde alocam entre 20% e 25% do patrimônio. Serhan acredita que a regulação brasileira deve seguir a tendência global, mas, enquanto isso, “tem muita coisa boa que já é possível fazer”.

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