Johnson & Johnson e AbbVie divulgaram resultados do primeiro trimestre de 2026 que superaram as expectativas, com receitas de US$ 24,06 bilhões e US$ 15 bilhões, respectivamente. Ambas elevaram a previsão para o ano, apesar dos desafios com medicamentos biossimilares.
A Johnson & Johnson registrou crescimento de 9,9% na receita do 1º trimestre, impulsionada pelo aumento de 68,3% nas vendas do TREMFYA e 22,5% do DARZALEX, totalizando US$ 3,96 bilhões. A empresa anunciou a separação da DePuy Synthes e investirá mais de US$ 1 bilhão em terapia celular na Pensilvânia. O CEO Joaquin Duato classificou o período como “um forte começo para 2026” e elevou a previsão de receita anual para US$ 100,8 bilhões.
AbbVie apresentou alta de 12,4% na receita, com Skyrizi crescendo 30,9% e Rinvoq 23,3%, compensando a queda de 38,6% do Humira. A companhia investe US$ 1,4 bilhão em um novo campus na Carolina do Norte e expande para tratamento da obesidade com o ABBV-295. O CEO Robert Michael afirmou que a empresa teve “um excelente começo em 2026”, apesar de um impacto negativo de US$ 744 milhões em despesas IPR&D que afetou o lucro ajustado.

