O jornalismo atual no Brasil enfrenta crise ao misturar viés político e ocultar autoria, comprometendo a verdade dos fatos e a confiança do público, segundo análise de especialista.
O autor compara o jornalismo ao trabalho de Michelangelo, que revela a escultura removendo excessos. No entanto, hoje, a informação chega como blocos brutos, carregados de viés político sob a falsa imparcialidade.
Ele afirma que a isenção absoluta é um mito e que a transparência sobre o autor é obrigação para que o leitor possa aplicar ceticismo saudável. Textos sem identificação clara buscam moldar a opinião pública para fins eleitorais.
A crítica jornalística deve servir para corrigir erros, não para destruir adversários políticos. O público, muitas vezes, aceita informações enviesadas porque confirmam preconceitos, o que prejudica a construção da verdade.


