A Justiça da Espanha apoia a investigação contra o ex-presidente do governo por suspeita de tráfico de influências no caso Plus Ultra, segundo a UDEF. O órgão identificou o escritório do ex-presidente como centro das operações e detectou movimentações suspeitas em sua residência.
A Unidade de Delitos Econômicos e Fiscais (UDEF) afirmou que há “motivação suficiente” para investigar o ex-presidente do governo espanhol no caso Plus Ultra, rejeitando que as suspeitas sejam “meras suposições ou conjeturas”. O escritório do ex-presidente foi apontado como o centro da suposta rede de tráfico de influências.
A polícia identificou um padrão logístico na residência do ex-presidente, onde foram recebidos envios como caixas de vinho, que poderiam estar ligados à organização das ações investigadas. A UDEF solicitou a busca na casa, mas o pedido foi negado pelo juiz responsável, que autorizou apenas a revista no escritório.
Na busca ao escritório, agentes encontraram joias em um cofre, que secretárias atribuíram a herança e presentes de viagens. A UDEF também procura um certificado que comprove que a empresa Plus Ultra estava em dia com as contribuições à Previdência Social no momento do pedido de resgate, requisito para a legalidade do processo.


