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Leitura: Justiça de MT condena ex-procurador, ex-secretário e empresário por desvio de R$ 7 milhões
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Justiça

Justiça de MT condena ex-procurador, ex-secretário e empresário por desvio de R$ 7 milhões

Eduardo Mendonça
Última atualização: 15 de maio de 2026 17:05
Eduardo Mendonça
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Tempo: 2 min.
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A Justiça de Mato Grosso condenou nesta sexta-feira (15) o ex-procurador Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, o ex-secretário-adjunto José de Jesus Nunes Cordeiro e o empresário Filinto Corrêa da Costa Júnior por improbidade administrativa na Operação Seven, que apurou desvio de R$ 7 milhões dos cofres públicos durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa.

A decisão do juiz Bruno D’Oliveira Marques determina a suspensão dos direitos políticos por 10 anos para os três condenados. Francisco Filho também perdeu R$ 40 mil que teriam sido incorporados ilicitamente ao seu patrimônio e usados na compra de uma moto de luxo. José Cordeiro foi condenado a pagar multa civil de R$ 80 mil por emitir parecer técnico sem competência.

O Ministério Público Estadual denunciou que o grupo usou a estrutura do governo para dar aparência legal ao esquema, incluindo a edição do Decreto Estadual nº 2.595/2014, que transformou o Parque Estadual Águas do Cuiabá em Estação Ecológica e ampliou sua área em cerca de 721 hectares. Uma propriedade rural foi adquirida pelo governo por R$ 7 milhões, com sobrepreço estimado em R$ 4 milhões.

O empresário Filinto Corrêa da Costa Júnior foi condenado à suspensão dos direitos políticos, ao ressarcimento integral do dano e à devolução dos valores obtidos ilicitamente, além de multa civil de 10% do prejuízo apurado. Segundo a sentença, ele negociou a venda da área ao Estado em condições irregulares e com sobrepreço, em articulação com agentes públicos.

O ex-secretário Pedro Jamil Nadaf afirmou em delação premiada que cerca de R$ 3,5 milhões teriam retornado ao grupo envolvido no esquema. O processo contra o ex-governador Silval Barbosa foi extinto após homologação de acordo de colaboração premiada. Pedro Jamil Nadaf e Marcos Amorim da Silva também tiveram ações extintas após acordos de não persecução cível.

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