Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Lesma marinha gigante nada como bailarina no Indo-Pacífico
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência e Saúde

Lesma marinha gigante nada como bailarina no Indo-Pacífico

Carla Fernandes
Última atualização: 28 de maio de 2026 04:52
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

A Hexabranchus sanguineus, conhecida como ‘bailarina espanhola’, é uma lesma marinha gigante do Indo-Pacífico que se destaca pelos movimentos ondulados e cores vibrantes. Alguns indivíduos chegam a 60 centímetros, tamanho incomum para nudibrânquios.

O nome científico da espécie significa ‘seis brânquias cor de sangue’, em referência às estruturas respiratórias e à coloração intensa que varia entre vermelho, laranja e rosa. A bailarina espanhola é um nudibrânquio doride, um tipo de lesma marinha sem concha, que costuma se esconder em fendas de recifes rochosos e de coral durante o dia, saindo principalmente à noite.

Ao contrário da maioria das lesmas marinhas que rastejam, essa espécie nada usando parapódios laterais que ondulam em sequência, criando a impressão de uma dança. Ela se alimenta de esponjas marinhas da família Halichondriidae e reaproveita compostos tóxicos dessas esponjas para se defender de predadores, transferindo essas substâncias também para os ovos.

Estudos recentes indicam que Hexabranchus sanguineus pode ser um complexo de espécies semelhantes distribuídas pelos oceanos Índico e Pacífico. Embora não esteja ameaçada de extinção, a espécie depende dos recifes de coral, que enfrentam pressão devido ao aumento da temperatura dos oceanos, poluição e degradação marinha.

- Publicidade -
Ad imageAd image
TAGGED:bailarina-espanholabiodiversidade-marinhaconservação-marinhadefesa-quimicahexabranchus-sanguineuslesma-marinhanudibranquiorecifes-de-coral
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Lula afirma que fim da escala 6 X 1 é conquista civilizatória
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?