Executivos em cargos de liderança buscam integrar dados e experiência humana para decisões mais consistentes e sustentáveis, segundo Eurípedes Magalhães de Oliveira, diretor financeiro do Grupo Colina.
Para o diretor financeiro do Grupo Colina, decisões que conciliam números e contexto humano refletem o modelo de empresa que está sendo construído. Ele destaca que setores de serviços exigem equipes preparadas e processos estruturados para atender clientes com sensibilidade, garantindo qualidade sem padronizar pessoas.
Magalhães alerta que indicadores são importantes, mas podem perder efetividade se ignoram fatores culturais e experiência do cliente. Decisões focadas apenas em metas de curto prazo podem enfraquecer cultura, reputação e propósito, essenciais para a sustentabilidade do negócio.
O especialista também ressalta o risco da fragmentação das metas organizacionais, que pode comprometer a eficiência sistêmica. Ele destaca que competências relacionais, como escuta e adaptação, tornaram-se diferenciais estratégicos para líderes e equipes, mesmo diante do avanço tecnológico.
Dados do relatório “Tendências Globais de Capital Humano 2025”, da Deloitte, indicam que empresas que priorizam propósito e bem-estar estão mais preparadas para mudanças. A transformação organizacional ocorre quando princípios orientam decisões difíceis, mesmo sacrificando ganhos imediatos, para garantir crescimento consistente e relevante.


