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Ciência e Saúde

Línguas indígenas ganham ferramentas digitais para revitalização

Carla Fernandes
Última atualização: 24 de maio de 2026 13:29
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2022 a 2032 como a Década Internacional das Línguas Indígenas para alertar sobre o risco de extinção de milhares de idiomas. No Brasil, dicionários digitais bilíngues são desenvolvidos para preservar e revitalizar essas línguas.

Atualmente, existem 7.674 línguas indígenas no mundo, muitas delas ameaçadas de desaparecer, o que implica perda de saberes tradicionais ligados à fauna, flora e práticas culturais. Uma pesquisa em três regiões com alta diversidade linguística revelou que mais de 75% dos serviços relacionados a plantas medicinais estão associados a uma única língua indígena.

No Brasil, a Amazônia concentra cerca de dois terços das 150 a 170 línguas indígenas ainda faladas. O Censo Nacional de 2022 identificou 295 línguas indígenas autoidentificadas, incluindo variações e línguas de memória. Para enfrentar o risco de extinção, linguistas do Museu Paraense Emílio Goeldi desenvolvem dicionários multimídia bilíngues com o português, disponíveis para sete línguas e em expansão para outras quatro.

Esses dicionários digitais incorporam áudio, vídeo e imagens, facilitando o aprendizado e a revitalização linguística. O Portal Japiim, do Museu Nacional dos Povos Indígenas, oferece ferramenta semelhante. A produção dos dicionários é colaborativa, com participação ativa das comunidades indígenas, e utiliza tecnologias de código aberto que funcionam sem internet.

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Essas iniciativas representam uma tecnologia social inovadora para a preservação das línguas indígenas, contribuindo para a manutenção dos saberes tradicionais e a diversidade cultural na Amazônia e no Brasil.

TAGGED:amazônia-legaldicionários-multimídiadiversidade-culturallínguas-indígenasPovos Indígenaspreservação-do-conhecimentorevitalização-linguísticatecnologia-social
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