Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Marcelo Gleiser defende deselitização do conhecimento em evento do SPIW nas periferias
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
ciencia-saude

Marcelo Gleiser defende deselitização do conhecimento em evento do SPIW nas periferias

Redação
Última atualização: 16 de maio de 2026 13:30
Redação
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O físico e astrônomo Marcelo Gleiser defendeu nesta sexta-feira (16) a deselitização do conhecimento durante palestra no CEU Silvio Santos, na zona sul de São Paulo, dentro da programação do São Paulo Innovation Week (SPIW).

Durante o evento, que ocorre nos dias 16 e 17 em quatro unidades dos CEUs da capital paulista, Gleiser respondeu a perguntas de estudantes, como a de Lorena Oliveira, de 15 anos, sobre o que existia antes do Big Bang. O físico explicou que a ciência consegue descrever a expansão do universo a partir de frações de segundo após sua origem, mas ainda não há resposta definitiva para o instante zero. “A ciência não precisa ter todas as respostas para ser importante”, afirmou.

Gleiser ressaltou a importância de levar o conhecimento para toda a cidade, não apenas para os centros, e pediu que os estudantes se aproximassem do palco para tornar a conversa mais acessível. Ele explicou como telescópios espaciais evitam a poluição luminosa e a interferência da atmosfera, destacando que tecnologias desenvolvidas para a observação do cosmos são aplicadas no cotidiano, como em GPS e óptica.

O físico abordou temas como a origem da vida na Terra, a busca por vida extraterrestre e as condições extremas de planetas como Vênus e Marte. Sobre inteligência artificial, alertou para os riscos de uma relação passiva com as máquinas: “Uma coisa é usar a ferramenta para aprender e adquirir conhecimento. Outra é deixar as máquinas pensarem por nós”. Gleiser defendeu que sistemas de IA podem ampliar capacidades humanas, mas não substituem aspectos fundamentais da experiência humana, como empatia e sensibilidade.

Na conclusão, Gleiser destacou a evolução da visão humana sobre o universo, desde Galileu até Edwin Hubble, e afirmou: “Quanto mais aprendemos, menos centrais percebemos que somos”. Ele reforçou que a ciência permanece como a principal ferramenta para compreender o mundo, mesmo diante de perguntas sem resposta definitiva.

Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior João Pedro tem atuação apagada e Chelsea perde final da Copa da Inglaterra para Manchester City
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?