Médicos de Madrid anunciaram nesta quarta-feira (27) que 15 hospitais públicos e 44 serviços especializados deixarão de fazer horas extras a partir de junho, em protesto contra as condições de trabalho, segundo o sindicato Amyts.
Um hospital e 15 novos serviços especializados aderiram à medida proposta inicialmente pelos anestesiologistas do Hospital 12 de Outubro. Com isso, o total chega a 15 hospitais públicos e 44 serviços médicos que não realizarão horas extras, conhecidas como peonadas ou pactos de gestão.
Essas horas extras são fundamentais para reduzir as listas de espera na região, tanto para consultas externas quanto para cirurgias. O sindicato Amyts apoia a decisão e não descarta que o número de adesões continue crescendo.

