Michael Clinton, autor de Longevity Nation, afirma que o pensamento do século XX sobre vida curta impede a preparação para longevidade e defende a educação sobre o tema desde a infância.
Michael Clinton, que publicou em 2021 o livro ROAR, que incentiva a reinvenção na meia-idade, agora divulga Longevity Nation, obra que aborda pessoas, ideias e tendências que mudam a segunda metade da vida. Ele afirma que ainda prevalece o pensamento do século XX de que a vida é curta, o que gera falta de preparo físico e mental para viver vidas longas.
Clinton explica que, aos 65 anos, as pessoas tendem a se fechar para novas possibilidades, baseadas na crença de que seu tempo passou, e propõe o caminho oposto: abrir-se para novas experiências. Ele destaca que longevidade deve ser ensinada desde a infância, incluindo escolhas saudáveis e educação financeira.
O autor observa que o envelhecimento virou tema global e que setores como inteligência artificial e medicina de precisão estão evoluindo com o envelhecimento da população. Ele cita Singapura como exemplo, onde políticas públicas remodelam bairros com parques próximos e centros para idosos ao lado de escolas para promover convivência entre gerações.
Clinton critica o marketing por ignorar pessoas acima de 50 anos, apesar do mercado movimentar US$ 8 trilhões. Ele destaca que, embora esse público seja ativo nas redes sociais como TikTok, Facebook e Instagram, as campanhas publicitárias tradicionais praticamente não o alcançam.


