Michael Jackson passou os últimos meses de sua vida na mansão 100 North Carolwood Drive, em Holmby Hills, Los Angeles. Ele morreu em 25 de junho de 2009 na residência, após intoxicação por Propofol administrado por seu médico pessoal.
A mansão onde Michael Jackson viveu seus últimos meses era uma das mais luxuosas de Los Angeles, localizada no bairro de Holmby Hills. O cantor pagava cerca de US$ 100 mil por mês de aluguel pela propriedade construída em estilo château francês pelo arquiteto Richard Landry e concluída em 2002 pelo empresário Mohamed Hadid, pai das modelos Gigi e Bella Hadid.
A residência tinha mais de 1.500 metros quadrados, sete quartos, 13 banheiros, elevador interno, spa, academia privada, adega subterrânea, sala de degustação de vinhos, biblioteca, cinema particular e um salão principal inspirado nos castelos franceses do século XVIII. O interior contava com pisos de mármore italiano, lustres de cristal, tetos altos, escadarias curvas, móveis importados da Europa e 12 lareiras.
Michael Jackson ensaiava na mansão para a turnê “This Is It”, prevista para 2009 em Londres, mas sofria de insônia severa e dependia de medicamentos pesados. Seu médico pessoal, Conrad Murray, administrava Propofol, anestésico cirúrgico, que causou sua morte em 25 de junho de 2009. Ele foi levado ao Ronald Reagan UCLA Medical Center, mas não resistiu.
Após a morte do cantor, a mansão tornou-se um local de homenagens e teve mais de 500 objetos leiloados em 2011, arrecadando quase US$ 1 milhão. A propriedade foi vendida em 2012 por US$ 18,1 milhões ao banqueiro Steven Mayer, com intermediação de Mauricio Umansky, estrela de reality show americano.

