O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima atualizou em 28 de abril de 2026 a lista nacional de peixes e invertebrados aquáticos ameaçados de extinção, mantendo 490 espécies classificadas e revisando critérios de risco.
A revisão da lista oficial, iniciada em 2024, incluiu 100 novas espécies e excluiu o mesmo número, classificando as espécies segundo os níveis Vulnerável (VU), Em Perigo (EN) e Criticamente em Perigo (CR), conforme critérios da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).
O Ministério do Meio Ambiente publicou regras para proteger as espécies ameaçadas, proibindo captura, transporte, comercialização e armazenamento, além de estabelecer diretrizes para planos de recuperação.
Entre as espécies reclassificadas está o pargo (Lutjanus purpureus), que passou de Vulnerável para Em Perigo, com medidas intensificadas para reduzir a sobrepesca, em esforço conjunto com o Ministério da Pesca e Aquicultura.
Os ministros destacam que a gestão compartilhada busca garantir a sustentabilidade da pesca, protegendo as espécies e assegurando a continuidade da atividade econômica que gera alimento e renda no Brasil.


