A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional após o surto de ebola na República Democrática do Congo e Uganda, com 11 mortes e 87 casos confirmados até 23 de maio de 2026.
A OMS elevou o nível de risco do ebola para “muito alto” na República Democrática do Congo, onde foram registrados 82 casos e 7 mortes confirmadas. A situação é agravada por insegurança e fragilidade do sistema de saúde, dificultando o rastreamento e isolamento de pacientes.
Em Uganda, foram confirmados 5 casos, incluindo profissionais de saúde, e uma morte. Não há evidência de transmissão comunitária sustentada no país, onde os casos estão ligados a importações da República Democrática do Congo.
Três voluntários do Crescente Vermelho morreram após contato com pacientes infectados. Dois cidadãos dos Estados Unidos contraíram ebola e foram transferidos para tratamento na Alemanha e na República Tcheca.
As autoridades locais e internacionais adotam medidas como envio de equipes de resposta rápida, ampliação da testagem, rastreamento de contatos e campanhas de conscientização. O ministério da Saúde de Uganda recomenda lavar as mãos e evitar contato físico para prevenir o vírus Bundibugyo.


