Uma pesquisa com 2 mil adultos mostrou que 14% preferem sexting ao sexo presencial mesmo com possibilidade de encontro. A escolha está ligada à experiência emocional e ao controle da intimidade digital, segundo levantamento da Dating.com.
O sexting deixou de ser apenas um complemento do sexo presencial e passou a ocupar um espaço próprio nas relações contemporâneas. Segundo o estudo, a troca de mensagens íntimas oferece flerte, validação e excitação com menor exposição emocional e maior controle sobre a interação.
Quase 25% dos entrevistados usam o sexting para explorar fantasias difíceis de realizar presencialmente. Apesar de 83% considerarem sexting fora do relacionamento uma traição, quase um quarto admitiu já ter trocado mensagens íntimas fora do compromisso, e 22% mantêm uma ‘parceria fixa’ para isso.
Além disso, 40% já trocaram mensagens íntimas com amigos platônicos e mais de 20% praticam sexting no trabalho, sendo que 6% priorizam essas interações em detrimento das tarefas profissionais. O médico e terapeuta sexual João Borzino explicou que o sexting envolve comunicação clara, consentimento e construção de intimidade, com chamadas de vídeo aproximando a experiência digital da presencial.

