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Cultura

Playboy Brasil define ícones sexuais com capas mais vendidas

Carla Fernandes
Última atualização: 25 de maio de 2026 03:45
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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Edições da Playboy Brasil dos anos 1990 e 2000 venderam mais de 1 milhão de exemplares e transformaram apresentadoras e cantoras em símbolos sexuais nacionais.

A edição mais vendida da Playboy brasileira foi a de Joana Prado como Feiticeira, lançada em dezembro de 1999, que superou 1,2 milhão de exemplares vendidos. A personagem se tornou um dos maiores ícones eróticos da televisão brasileira no auge do “Programa H”, de Luciano Huck.

Poucos meses antes, Suzana Alves, como Tiazinha, também ultrapassou 1,2 milhão de exemplares vendidos, consolidando a era das musas da TV aberta nos anos 1990. Em muitas cidades, as revistas desapareciam das bancas no mesmo dia.

Outra edição histórica foi a de Adriane Galisteu, lançada em agosto de 1995, que vendeu mais de 960 mil exemplares. O ensaio, fotografado na Grécia pouco depois da morte de Ayrton Senna, reuniu sensualidade e comoção nacional.

Nos anos 2000, Kelly Key vendeu cerca de 700 mil exemplares, representando a virada da Playboy para a estética pop sensual adolescente. Scheila Carvalho, então “morena do Tchan”, ultrapassou 845 mil exemplares vendidos, elevando dançarinas de grupos musicais ao posto de símbolos sexuais nacionais.

O jornalista Cacau Oliver afirmou que a Playboy transformava figuras televisivas em fantasias coletivas e referências de desejo, vendendo mais que nudez: comportamento e obsessão coletiva em uma época dominada pela televisão aberta.

TAGGED:anos-1990anos-2000capas-icônicascultura popícones-sexuaisplayboy-brasilrevistas-vendidastelevisao-brasileira
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