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Leitura: Polícia Federal investiga aportes irregulares de R$ 3 bilhões no Banco Master
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Justiça

Polícia Federal investiga aportes irregulares de R$ 3 bilhões no Banco Master

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de maio de 2026 04:13
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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A Polícia Federal investiga aportes de R$ 3 bilhões feitos pelo Rioprevidência no Banco Master sem critérios técnicos. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra o ex-governador do Rio de Janeiro e ex-dirigentes da autarquia nesta terça-feira (27), autorizados pelo ministro André Mendonça, do STF.

Os aportes começaram após a nomeação de Deivis Marcon Antunes como presidente do Rioprevidência em julho de 2023, quando foram revogadas normas que limitavam investimentos a instituições com melhor avaliação em agências de risco, excluindo o Banco Master.

Entre outubro de 2023 e julho de 2024, o órgão aplicou cerca de R$ 1,16 bilhão em Letras Financeiras do Banco Master. Em outubro de 2024, técnicos do Tribunal de Contas do Estado recomendaram o fim de novas aplicações no banco.

Apesar da recomendação, de dezembro de 2024 a outubro de 2025, o Rioprevidência repassou outros R$ 2,01 bilhões a fundos estruturados do grupo Master. Em dezembro de 2025, o Tribunal de Contas recomendou o afastamento imediato de dirigentes do órgão por indícios de irregularidades.

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Em janeiro de 2026, mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra o ex-presidente do Rioprevidência, que foi preso em fevereiro. Em abril, o Ministério Público do Rio de Janeiro acionou a Justiça para tentar recuperar R$ 1 bilhão aportado no banco e pediu o afastamento do presidente interino do órgão.

TAGGED:Banco MasterCláudio CastroFinanças Públicasinvestigações-policiaisMinistério PúblicoPolícia FederalRioprevidênciaTribunal de Contas
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