Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Polvos gigantes dominavam oceanos no Período Cretáceo
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência e Saúde

Polvos gigantes dominavam oceanos no Período Cretáceo

Carla Fernandes
Última atualização: 23 de maio de 2026 09:32
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 1 min.
Compartilhar

Polvos gigantes da subordem Cirrata, com até 19 metros, foram predadores de topo nos oceanos do Período Cretáceo, entre 100 e 72 milhões de anos atrás, segundo pesquisa internacional.

Uma equipe internacional de cientistas analisou mandíbulas fossilizadas encontradas em sedimentos do Japão e da Ilha de Vancouver para identificar duas espécies principais: Nanaimoteuthis jeletzkyi, com 2,8 a 7,7 metros, e Nanaimoteuthis haggarti, que atingia até 18,6 metros.

As mandíbulas apresentavam marcas de desgaste severo, indicando que esses polvos eram carnívoros ativos que esmagavam conchas e ossos de suas presas. Eles usavam seus longos braços para capturar e dominar grandes presas, puxando-as para suas mandíbulas poderosas.

A assimetria no desgaste das mandíbulas sugere lateralidade, comportamento associado a cérebros complexos e inteligência avançada. O biólogo Leandro Alves comentou que a longevidade poderia ampliar a capacidade cognitiva desses animais.

- Publicidade -
Ad imageAd image

O estudo conclui que a evolução convergente entre cefalópodes e vertebrados marinhos resultou em predadores enormes e inteligentes, mostrando que força e inteligência nem sempre dependem de couraças ou escamas.

TAGGED:cefalopodesdescoberta científicaevoluçãointeligencia-animalpaleontologiaperiodo-cretaceopolvos-gigantespredadores-marinho
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior SpaceX conclui primeiro voo de teste da Starship V3 no Texas
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?