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Ciência e Saúde

Preeklampsia ameaça gestantes e exige diagnóstico precoce

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de maio de 2026 03:05
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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A preeklampsia, que se desenvolve na segunda metade da gravidez, causa pressão alta e pode danificar órgãos da mãe. O diagnóstico precoce entre 12 e 14 semanas e o tratamento com aspirina reduzem riscos graves.

A preeklampsia geralmente surge após a 20ª semana de gestação e pode afetar a circulação e órgãos como rins e fígado. Mesmo mulheres saudáveis antes da gravidez podem desenvolver a condição, que em casos graves exige parto prematuro para preservar a vida da mãe.

Fatores como idade avançada, obesidade e fertilização assistida contribuem para o aumento dos casos. Sintomas incluem dores de cabeça, dores abdominais, alterações visuais e inchaço. Apesar de atingir 3 a 5% das gestantes, o conhecimento sobre a doença é baixo.

O diagnóstico precoce, realizado entre 12 e 14 semanas por meio de ultrassom, exames de sangue e pressão arterial, identifica até 90% dos casos de alto risco. O tratamento preventivo com baixa dose de aspirina reduz em mais de 80% o risco de formas graves.

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O screening não é rotina em todos os exames, e especialistas recomendam que as mulheres solicitem o teste. Aplicativos como o Penelope auxiliam no monitoramento domiciliar, compartilhando dados com médicos para detectar complicações precocemente.

TAGGED:Diagnóstico PrecoceGravidezobstetriciapreeklampsiaPREVENÇÃOsaúde maternascreening-prenataltecnologia-em-saude
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