A preeklampsia, que se desenvolve na segunda metade da gravidez, causa pressão alta e pode danificar órgãos da mãe. O diagnóstico precoce entre 12 e 14 semanas e o tratamento com aspirina reduzem riscos graves.
A preeklampsia geralmente surge após a 20ª semana de gestação e pode afetar a circulação e órgãos como rins e fígado. Mesmo mulheres saudáveis antes da gravidez podem desenvolver a condição, que em casos graves exige parto prematuro para preservar a vida da mãe.
Fatores como idade avançada, obesidade e fertilização assistida contribuem para o aumento dos casos. Sintomas incluem dores de cabeça, dores abdominais, alterações visuais e inchaço. Apesar de atingir 3 a 5% das gestantes, o conhecimento sobre a doença é baixo.
O diagnóstico precoce, realizado entre 12 e 14 semanas por meio de ultrassom, exames de sangue e pressão arterial, identifica até 90% dos casos de alto risco. O tratamento preventivo com baixa dose de aspirina reduz em mais de 80% o risco de formas graves.
O screening não é rotina em todos os exames, e especialistas recomendam que as mulheres solicitem o teste. Aplicativos como o Penelope auxiliam no monitoramento domiciliar, compartilhando dados com médicos para detectar complicações precocemente.


