O projeto de reestruturação do Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de Goiânia (Imas) está em fase final para ser enviado à Câmara Municipal ainda em junho, segundo o prefeito Sandro Mabel. O instituto acumula dívida de R$ 220 milhões e enfrenta crises operacionais.
O projeto visa corrigir falhas históricas do Imas, incluindo déficit, paralisações de prestadores e irregularidades em contratações. Entre as propostas está a contribuição por faixa etária, que varia de R$ 50 a R$ 660, aumentando a receita em R$ 10 milhões.
Outra medida prevista é a padronização dos prazos de carência para alguns atendimentos. O prefeito criticou o modelo atual de adesão, que não exige exame prévio, o que pode gerar custos elevados ao sistema.
O Imas passará a ser operado por uma empresa vencedora de licitação, que deve ampliar o investimento nas operações. Mabel afirmou que, se as falhas não forem resolvidas em até um ano, o instituto será extinto.


