A preocupação corporativa com a inteligência artificial subiu para 54% e já rivaliza com os temores tradicionais da segurança cibernética, segundo Paulo Gomes, diretor do Instituto dos Auditores Internos do Brasil.
Paulo Gomes destacou que o aumento dos ataques cibernéticos e sequestros de dados no mercado latino-americano elevou o alerta sobre os riscos da IA. Ele afirmou que, embora a tecnologia seja útil para a sociedade, também é usada por agentes mal-intencionados, exigindo proteção das empresas.
O especialista explicou que auditores devem se capacitar continuamente, realizar testes de invasão e contratar empresas especializadas para combater fraudes relacionadas à IA. Além disso, ressaltou o uso da própria inteligência artificial para simular cenários e antecipar riscos complexos.
Gomes afirmou que é fundamental agir rapidamente para criar procedimentos de segurança e pressionar a alta gestão e legisladores a avançar com legislação específica para proteger o ambiente corporativo contra ameaças tecnológicas.


