Pesquisa da plataforma Gleeden com 1.271 entrevistas aponta que 32,4% dos usuários escolhem a inteligência artificial para preservar privacidade e evitar julgamentos em relações afetivas digitais.
Um estudo da Gleeden, plataforma dedicada a encontros extraconjugais, investigou a relação entre inteligência artificial e erotismo digital. A pesquisa indicou que a privacidade é o principal fator para o uso da tecnologia na intimidade, citada por 32,4% dos entrevistados.
Além da proteção de dados, os usuários valorizam a ausência de julgamento, a personalização das interações e a diversidade de experiências. A disponibilidade contínua e o acesso sob demanda também são aspectos importantes.
Sobre a percepção de fidelidade, 51,2% dos respondentes afirmaram que interações com inteligência artificial não configuram traição, enquanto 29% consideram o tema uma zona cinzenta, mostrando que os limites emocionais no ambiente digital ainda estão em transformação.
Silvia Rúbies, diretora de marketing da Gleeden na América Latina, comentou que a busca por autonomia emocional e privacidade reflete a demanda por ambientes digitais reservados e com maior controle do usuário. A segurança digital e recursos de proteção de dados ganharam destaque diante da preocupação com exposição e vazamento de informações pessoais.


