Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Psiquiatra aponta padrão de sadismo em réu de morte de menino de 4 anos no Rio
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Psiquiatra aponta padrão de sadismo em réu de morte de menino de 4 anos no Rio

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de maio de 2026 15:33
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Um psiquiatra, testemunha de acusação, afirmou nesta quarta-feira (27) que o ex-vereador réu pela morte de um menino de 4 anos apresenta um padrão de prazer em infligir dor em crianças. A declaração foi feita no terceiro dia de depoimentos do julgamento no Rio de Janeiro.

O psiquiatra, que havia elaborado parecer anexado ao processo, afirmou que o réu tem perfil “egocêntrico, narcisista e sádico” e sentia prazer nos atos de violência contra as ex-companheiras e seus filhos. “Embora seja uma análise subjetiva minha, eu tive essa percepção e interpretação”, disse durante questionamentos do Ministério Público.

O réu interrompeu a fala do psiquiatra para contestar a declaração, classificando-a como interpretação pessoal. A defesa do ex-vereador pretende usar um parecer técnico psiquiátrico independente, contratado com um psiquiatra conhecido por atuar em outros casos de grande repercussão, para rebater a avaliação.

Além do psiquiatra, devem ser ouvidos nesta quarta um perito e uma médica. No segundo dia de julgamento, prestaram depoimento os delegados responsáveis pela investigação da morte do menino. A juíza do caso advertiu a defesa por estender a oitiva das testemunhas e criticou o ritmo do processo, afirmando que, se mantido, o julgamento poderia durar um mês.

- Publicidade -
Ad imageAd image

Ao todo, 27 testemunhas serão ouvidas. A expectativa é de que o julgamento dure de cinco a sete dias no 2º Tribunal do Júri da Capital, no Fórum Central do Rio.

TAGGED:caso henry borelCrimejulgamentojuriiPsiquiatriaRio de Janeirosadismo
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Deputado Gayer recebe alta após obstrução intestinal
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?