O PSOE afirmou nesta quinta-feira (28) que não ordenou, amparou nem cooperou em condutas delituosas mencionadas em decisão judicial divulgada ontem. A ação ocorreu após ordem do juiz Santiago Pedraz para que agentes da Unidade Central Operativa da Guardia Civil entrassem na sede do partido em Ferraz, Madri.
O ministro de Transportes e aliado do presidente denunciou que há tentativas de derrubar o governo por métodos não democráticos, não eleitorais. A medida judicial gerou reação de partidos políticos, com pedidos de explicações e antecipação das eleições gerais.
O presidente do PNV declarou que a legislatura terminou e defendeu a convocação de eleições ainda neste ano, embora tenha descartado uma moção de censura. O líder do PP afirmou que é preciso mais do que se abster do problema, mas trabalhar para solucioná-lo.
O ministro de Cultura e porta-voz de Sumar considerou insuficientes as explicações do PSOE sobre a nova investigação por corrupção conduzida pela Audiencia Nacional contra o partido.


