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Cultura

Restauro da Basílica das Dores, patrimônio de 219 anos, deve durar até sete anos

Gustavo Henrique Lima
Última atualização: 14 de maio de 2026 06:50
Gustavo Henrique Lima
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Tempo: 2 min.
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A Basílica Menor Nossa Senhora das Dores, a igreja mais antiga em atividade em Porto Alegre, iniciou em maio um restauro que pode se estender por até sete anos para preservar sua estrutura externa e garantir sua longevidade.

Considerada um dos primeiros patrimônios nacionais tombados no Brasil, desde 1938 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Basílica das Dores tem 219 anos e é um marco do Centro Histórico de Porto Alegre. O restauro visa corrigir problemas estruturais como reboco craquelado e pinturas desgastadas pelo tempo.

A primeira etapa, com duração prevista de 11 meses e investimento de quase R$ 3 milhões via Lei Rouanet, patrocinada pela Petrobras Cultural, concentra-se nas fachadas laterais (leste e oeste) e na recuperação das esquadrias. O cronograma prevê outras três fases: restauro da Casa Paroquial, com patrocínio do Grupo Zaffari; recuperação da fachada frontal e das torres; e revitalização da escadaria de 63 degraus.

O projeto inclui ações gratuitas para aproximar a população, como oficina de restauro para mulheres focada em técnicas tradicionais, concurso cultural para 20 pessoas conhecerem os bastidores da obra, projeção mapeada com história da basílica e recursos de acessibilidade, como maquete tátil, audiodescrição e tradução em Libras.

O padre Lucas Matheus Mendes, pároco há nove anos, destacou que o restauro celebra a memória das gerações que preservaram o patrimônio por mais de dois séculos. A gestora cultural Cristina Schneider afirmou que o patrimônio permanece vivo quando a comunidade entende seu valor e participa do cuidado.

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