O recuo de uma geleira na Ilha Rei George, na Antártida, revelou os restos mortais de um cientista britânico desaparecido em 1959. Objetos como relógio e rádio estavam preservados. A identificação foi confirmada por exames de DNA.
O desaparecimento ocorreu durante uma missão meteorológica britânica. O jovem cientista, de 25 anos, caiu em uma fenda e, apesar de ter sobrevivido ao impacto inicial, o resgate falhou quando o equipamento de içamento rompeu. A equipe abandonou a busca devido às condições extremas.
Recentemente, cientistas poloneses que trabalhavam na região encontraram ossos e equipamentos antigos entre rochas antes cobertas por gelo. Entre os itens, um relógio, uma lanterna e um rádio portátil, bem preservados. Exames genéticos com parentes vivos confirmaram a identidade.
O caso é mais um exemplo de como o degelo acelerado na Antártida tem exposto vestígios históricos. Especialistas apontam que as mudanças climáticas estão alterando a paisagem polar e revelando segredos preservados por décadas.


