Rosana Paulino, artista plástica e curadora, representa o Brasil na 61ª Bienal de Veneza, promovendo a arte afro-brasileira e a inclusão de artistas negros.
Rosana Paulino, filha de faxineira e pintor de paredes, é referência da arte brasileira e curadora na Bienal de Veneza 2026, ao lado da artista Adriana Varejão. No Museu de Arte do Rio de Janeiro, ela lançou uma série de minidocumentários sobre 20 artistas negros brasileiros, ressaltando a força e a excelência dessas produções.
Com obras adquiridas por instituições como Tate Modern e MoMA, Paulino recebeu prêmios internacionais que reconhecem seu papel no feminismo negro e na justiça social. Ela critica o racismo científico e sua relação com a violência contra a população negra no Brasil.
Natural da Freguesia do Ó, São Paulo, a artista mantém seu ateliê em Pirituba, onde planeja criar um centro de pesquisas para jovens artistas, reforçando seu compromisso com a comunidade local. Sua exposição ‘Comigo Ninguém Pode’ aborda a proteção e a resiliência das mulheres negras em contextos hostis.


