A expectativa de vida do brasileiro chegou a 76,6 anos, segundo o IBGE. Não há limite legal para contratar seguro de vida, mas o custo aumenta com a idade, segundo a Susep. Simulações indicam que o preço mensal pode subir de R$ 200,18 aos 60 anos para R$ 786,11 aos 75 anos no modelo simples.
O mercado de seguros no Brasil não estabelece um limite máximo para a contratação de seguro de vida, cabendo às seguradoras definir critérios e riscos aceitos, conforme a Susep. O custo do seguro cresce conforme a idade do segurado, com variações significativas entre os modelos de apólice.
Simulações da FenaPrevi mostram que, para uma cobertura de R$ 100 mil, o prêmio mensal no modelo de repartição simples varia de R$ 200,18 aos 60 anos a R$ 786,11 aos 75 anos, aumento de cerca de 294%. No modelo capitalizado, o custo sobe menos, de R$ 358,64 a R$ 673,41 no mesmo intervalo.
Embora a maioria das seguradoras aceite novos clientes até 75 anos, existem produtos que permitem entrada até 85 anos, dependendo da saúde e perfil do consumidor. Para quem ultrapassa esses limites, o seguro funeral é uma alternativa acessível, com custos mensais entre R$ 6,37 e R$ 211,59, conforme o plano e idade.
Planos de previdência privada e seguros coletivos empresariais também são opções para idosos que não conseguem contratar seguro individual. Especialistas recomendam contratar seguro de vida ainda na fase jovem adulta para custos menores e maior acesso às coberturas.


