Em 14 de novembro de 1960, seis meninas negras desafiaram a segregação racial nas escolas públicas de Nova Orleans, nos Estados Unidos, estudando sob proteção policial e sem colegas brancos.
Leona Tate, de seis anos, foi uma das estudantes que rompeu a política de segregação nas escolas de Nova Orleans. A ação foi inédita no sul dos Estados Unidos e marcou o início do fim da segregação escolar na região.
Durante um ano e meio, as meninas estudaram protegidas por policiais, pois os pais brancos se recusaram a permitir que suas filhas compartilhassem o espaço com alunas negras descendentes de escravizados.
O episódio simboliza a luta pelos direitos civis e a resistência contra o racismo institucionalizado nas escolas públicas americanas na década de 1960.


