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Justiça

Senado exige ações contra boatos que atrapalham buscas por crianças desaparecidas em Bacabal

Jackelline Barbosa
Última atualização: 14 de maio de 2026 18:50
Jackelline Barbosa
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Tempo: 2 min.
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A senadora Damares Alves, presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, enviou ofícios à Polícia Federal e à Secretaria de Segurança Pública do Maranhão para cobrar explicações sobre vídeos falsos que circulam nas redes sociais sobre o desaparecimento das crianças Ágatha Isabelly e Allan Michael em Bacabal, no Maranhão.

As crianças Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, desapareceram em 4 de janeiro de 2026 na comunidade quilombola de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal. Um terceiro menino que estava com eles foi encontrado com vida logo após o desaparecimento. Desde então, buscas envolvendo bombeiros, policiais militares, delegados, investigadores e cerca de 2.000 pessoas foram realizadas, mas não há pistas sobre o paradeiro das crianças.

Vídeos com informações falsas sobre o caso têm circulado nas redes sociais, afirmando que as crianças foram encontradas e que seriam vítimas de uma rede internacional de tráfico de órgãos, além de mencionar falsos confrontos armados e mortes de bombeiros. A senadora Damares Alves pediu oficialmente que a Polícia Federal e o governo do Maranhão informem se houve operações policiais com localização de cativeiro, investigações formais sobre tráfico de órgãos e monitoramento dos perfis que divulgam essas informações falsas.

Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (14), Damares afirmou: “Nós queremos oficialmente uma resposta das autoridades para que a gente possa pedir à Meta e às outras plataformas a retirada imediata desses vídeos, que estão trazendo uma informação que não só assusta a sociedade como não é verdadeira, conforme conversa com o Maranhão. E detalhe: atrapalha na busca dessas crianças, que podem estar em qualquer lugar do Brasil”.

O caso é acompanhado pela Comissão de Direitos Humanos do Senado desde o início do ano, com audiência pública realizada em 2 de março para discutir protocolos de busca imediata e requerimento aprovado para diligência externa no Maranhão, visando acompanhar as investigações e dialogar com a cúpula da segurança pública local.

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