O sorgo se consolida como cultura essencial para o agronegócio brasileiro em 2026, oferecendo sementes mais baratas, menor custo operacional e maior eficiência no uso da água, segundo engenheiro agrônomo Lucas Almeida.
O sorgo destaca-se no cenário agrícola brasileiro por apresentar sementes mais baratas, menor exigência de fertilizantes e custo operacional reduzido em comparação ao milho. Essa cultura não compete com o milho ou a soja, mas os viabiliza, oferecendo ao produtor maior margem de manobra diante da sensibilidade hídrica do milho.
Com sistema radicular profundo e fisiologia eficiente no uso da água, o sorgo é fundamental para o plantio direto e a proteção do solo. Cultivares adaptadas para plantio consorciado com capim garantem conservação do solo, manutenção da matéria orgânica e palhada para terceira safra de gado ou plantio direto da soja.
No Cerrado Goiano, o sorgo consorciado é ferramenta importante para janelas de plantio estreitas, criando seguro biológico e econômico na entressafra. Lucas Almeida, engenheiro agrônomo e gerente da Agro Ávila, afirma que o futuro da agricultura brasileira depende da produção segura, constante e respeitosa à resiliência do solo.

